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Torta Fria de Legumes da Tia Siglea

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INGREDIENTES:

- 2 colheres de azeite;
- 2 pimentões picados;
- 1 cebola picada;
- 2 dentes de alho;
- 1/2 vidro de azeitonas picadas;
- 2 tabletes de caldo knor;
- 1 copo de água;
- 1 lata de pomarolla;
- 2 latas de sardinha ao óleo ou atum;
- 6 cenouras;
- 1 molho de espinafre;
- 3 beterrabas;
- 2 pães de Torta Fria;
- 1 sachê de maionese para dar liga aos cremes;
- 400 gramas de queijo mussarela.

MODO DE PREPARO:

**Refogar os 7 primeiros ingredientes para serem usados em todos os cremes e molho de sardinha ou atum.

** Bater os ingredientes dos cremes no liquidificador e reservar.

Creme de cenoura:
- 6 cenouras cozidas + 1 parte do refogado + 3 colheres de maionese.

Creme de espinafre:
- 1 molho de espinafre sem talo ( cozido e escorrido ) + 1 parte do refogado + 3 colheres de maionese.

Creme de beterraba:
- 3 beterrabas cozidas + 1 parte do refogado + 3 colheres de maionese.

Molho de sardinha ou atum:
- 1 lata de pomarolla +  1 parte do refogado + 2 latas de sardinha ao óleo ou atum.

DICAS:

** Para reduzir o tempo de preparo os cremes deverão ser liquidificados por ordem de cores, cenoura, beterraba, espinafre e por último o molho de sardinha ou atum.
** A montagem da torta deverá ser feita com os cremes e molho quentes para que fique mais saborosa.
**Cada camada deverá conter um dos cremes, o molho de sardinha ou atum e a mussarella.
**A cobertura poderá ser feita com o creme de cenoura, no qual deverá ser acrescentado o restante da maionese.
**Para decoração os ingredientes ficarão ao gosto pessoal. Ovos cozidos, azeitonas e pepinos em conserva picados são  ótimos para este fim.

Dia 19 de Março - Dia do Artesão

Dia 19 de Março - Dia do Artesão
Minha poesia é inglória, vive em bancas incertas.
Do pódio e das vitórias, traduz histórias discretas.
Nos dizeres, incontida, minha poesia é de lua, às vezes, reza vestida às vezes, discursa nua.
Meu poema é artesanato.
E sai-me pronto das mãos.
Coso-o, com muito cuidado, cirzo-o, sem distração.
Às vezes, vem das sucatas de contas e velhos botões, de renda e fitas baratas, da fieira dos piões.
Que ressona atrás da porta, tem os pêlos de um cão, no final das linhas tortas traz pena, paina, algodão. Tem cores das violetas, pose de pedra-sabão.
Nas asas da borboleta, nem coloca os pés no chão.
O poema-artesanato traz ponto-cruz, bordaduras.
É sempre um simples retrato de uma notória figura. Retirado da net.


São José Carpinteiro.

São José Carpinteiro.